domingo, 27 de novembro de 2016

Dicas: Fazendo a mala

Nós já postamos dicas sobre o que levar  na bagagem de mão.

Post de 30 de outubro de 2016
Neste vamos falar da mala, aquela ingrata que pesa muito, principalmente no retorno, kkk.
A preparação da bagagem é quase um parto para uns e simplérrima para outros. O que levar, como levar.Deixar um espaço para futuras compras da viagem ou comprar uma nova bagagem para trazer as comprinhas?
Primeiro tenha em mente o seu roteiro de viagem . Ele será seu norte para a preparação da mala.
Um roteiro como Paraty ou Ouro Preto por exemplo, não combinam com saltos altos ou finos.
A quantidade de dias definem a quantidade de roupas a levar e o clima e temperatura já indicam, casaco ou camisetinha?

Roupas coringas também devem ser levadas , um vestidinho preto(pretinho básico) se por acaso surgir uma festa ou balada , uma calça preta e uma calça jeans.
Pense nas combinações de cores, para na hora de vestir a roupa, não pareça um espantalho.

Se gostar de estampado , listrado e bolinha nas blusas , sua calça jeans ou preta, ou uma saia de uma só cor estarão perfeitas.
Se seu roteiro é praia não esqueça de levar dois biquínis ou maiôs e canga(outra peça coringa) pois serve como canga propriamente dita,como toalha de um pic nic,como xale, como uma saia, um turbante, enfim, quase um bombril!

Duas bermudas ou shorts são peças que devem ser levadas.
Pijama ou camisola, para definir, pense no ar condicionado e para onde você irá.
Tênis ou outro sapato confortável deve ser levado, não esqueça as meias. Caminhadas , trilhas, roteiros para conhecer as cidades a pé, com esses  calçados  se tornam menos cansativos.Rasteirinha ou havaianas são boas  para um final de tarde, um trajeto curto e a última, para a praia.

Botas se for para um lugar de clima frio, ou uma trilha em mata,pois além de pesarem, ocupam um bom espaço.
Produtos de higiene pessoal,você saberá definir o que levar. Mas pense que alguns artigos são fornecidos pelos hotéis(sabonete, shampoo, condicionador, secador de cabelos) , então, para que carregar mais peso.Não esqueça do cortador de unhas ou tesourinha.
Atenção quanto ao tamanho da mala, para não ficar entalada no quarto!Senão sua mala irá ocupar mais espaço que você!

Nada mais chato do que fazer  a mala, planejar e organizar com antecedência o que levar e ficar esperando na esteira a mala e cadê ela...Dá um desespero, o que fazer? Coloque sempre uma muda de roupa na sua bagagem de mão. Se for viajar acompanhada, coloque na bagagem  do(a) seu/sua acompanhante uma muda de roupa sua e na sua, uma muda de roupa dele/a, mais uma vez pensando no extravio que pode durar mais do que um dia.


Remédios, os que você faz uso contínuo, leve na sua bagagem de mão, mas o restante da farmacinha, avalie se, na bagagem de mão ou na mala a ser despachada.
Capa de chuva, aquela que se compra no R$1,99 eu  sempre levo, assim como, ecobolsa.







Uma outra coisa que sempre levo e que não ocupa espaço -  barbante plástico, mais ou menos, 2 metros.Serve como varal e para prender alguma coisa .Um barbantinho já me tirou do sufoco, algumas vezes...


Calcinha e sutiã , quantos? 15 dias de viagem , por exemplo, cinco pares são suficientes . Dê preferência as cores bege,preta ou branca. Lave-os à noite e se for necessário, agilize secando com secador de cabelos.







Dobre-os da seguinte maneira para ocupar menos espaço: calcinha, fazendo um envelope e sutiã, encaixe o bojo sobre o outro.
















Faço também capa para as minhas malas, para que elas durem um pouco mais.





Agora é só...
Fui!


****************************************************************************By K.









sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Roteiro de viagem nacional :São João del-Rei para quem conhece São João del-Rei


Muitos são os sites e blogs que descrevem e comentam sobre São João del-Rei. Das suas igrejas, seus museus, da linda festa da Semana Santa com seus tapetes confeccionados de flores, folhas e pó de café, elaborados com criatividade  por seus moradores e enfeitando as ruas  para a procissão passar.




Foto: Antonio Celso Toco / Prefeitura / Divulgação
Do espetáculo do descendimento de 
Cristo da cruz, na Igreja das Mercês, 
trazendo à tona toda a religiosidade mineira.






Seu carnaval maravilhoso, de rua, onde você poderá brincar sem medo e compartilhar com bebês e seus pais, jovens e não tão jovens, a alegria ainda ingênua da festa momesca.
Não, não quero falar dessas atrações, o meu interesse é sobre algumas pérolas escondidas, que aos pouquinhos fui descobrindo, claro que não foi tudo de uma vez, nem deveria ser. Os mineiros são assim, o que a gente quer saber tudo de uma vez,eles vão contando com parcimônia, em pequenas doses. Eles vão assuntando, te olhando para ver se você merece escutar o que eles têm a dizer. E quando você inspira confiança, aí sim vão revelando as preciosidades.
E foi assim que descobri o que passo para vocês desfrutarem com carinho, assim que tiverem  visto o lado turístico (conhecido) de São João del-Rey e arredores.
Todos os atrativos fazem parte das  cidades que compõem  o Circuito Turístico Trilha dos Inconfidentes.

São João del-Rei

Pennas Bar   
Praça Guilherme Milward ,188.Bonfim

Fígado acebolado
Boteco super simples localizado no morro do Bonfim, com um 
menu de boteco enxuto mas maravilhoso,principalmente, o fígado acebolado e a porção de chouriço com angu.
Servido pelos donos numa descontração total. A cervejinha bem gelada complementa o que você pediu.







Presépio do Muxinga (palavra de origem afro, que quer dizer chicote.Dizem que era ali, naquele local, que os escravos eram açoitados)
 Praça Professor José Batista de Souza, 11. Muxinga











Presépio confeccionado  inicialmente pelos irmãos Sebastião e Ivo Teixeira  em 1929 e ajudados, mais tarde, pelos outros irmãos, hoje comandado por seus descendentes. Traz a tona a ingenuidade, inventividade e religiosidade dos criadores. São 87 peças que se movimentam, graças a um sistema de roldanas,correias e fios.
Instalado na casa onde foi criado, o presépio é de uma pureza quase igual a dos anjinhos que fazem parte da cena.

Picolé  do Amado
Rua José Leite de Andrade, 28 / 24(próximo a estação ferroviária)


Lá vem história, contada por sua filha, enquanto tomávamos os famosos picolés.
Em 1965,seu pai(Amado), recebeu uma máquina para conserto(era disso que vivia) ,uma máquina de picolé e o dono custou a resgatá-la. Então para complementar a renda da família,começou a fazer picolés de coco, sabor escolhido por já ter experiência na fabricação de cocadas.Deu tão certo que abriu sua picoleteria.
Enquanto estávamos lá, a toda hora entrava uma pessoa, para tomar um picolé ou para levar e a vendedora  embrulhava o pedido numa folha de papel. Sui generis!
São 21 picolés deliciosos .
O de coco queimado, eu amei!!!!!!!



Largo Tamandaré, 138
Pizza super saborosa, mas o detalhe é o molho de tomates caseiro  servido à parte, numa pequena jarrinha. Um molho pra lá de bão!

Fonte:site da pizzaria

Mercado Municipal Dona Regina Detomi Cipriani

Rua João Mourão – Centro
Horário de funcionamento:
segundas, quartas e quintas-feiras:  6h30 às 17h45;
terças e sextas-feiras:  6h às 17h45;
sábados: 6h às 14h45;
domingos e feriados:  7h às 11h45.

Gosto de visitar os mercados municipais e os supermercados das cidades ,porque através deles eu passo a  conhecer um pouco mais dos usos e costumes dos seus habitantes.
O pequenino mercado municipal de São João del -Rei passa quase despercebido, um prédio reto,encravado entre três ruas.
Mas vale a visita principalmente para conhecer  os boxes - Empório Vicentini e  Casa da Abelha.O primeiro tem quase tudo o que você imaginar: grãos de várias espécies,temperos, farinha de mandioca, de trigo, fubá, mel,pimentas, cachaças, artesanato, doces, remédios naturais e o segundo, para  quem quer experimentar e levar  um “queijim meia-cura, gostosim”.


Floresta Nacional de Ritápolis(Flona Ritápolis)
KM 4,5, BR-494, Ritápolis
Horário de visitação;
Todos os dias:  7h30 às 16h30



Na estrada de leva à Ritápolis, à uns 10km do centro de São Jão del-Rei, a Flona possui na sua área, as ruínas do engenho da Fazenda do Pombal .
Fazenda esta onde nasceu nada menos que Joaquim José da Silva Xavier - Tiradentes e que lá viveu até os onze anos de idade , quando ficou órfão dos pais  e foi morar com seu padrinho em Tiradentes.
Tiradentes foi batizado na capela de Nossa Senhora da Ajuda , construção integrante da fazenda, mas que não mais existe, no entanto, seu altar pode ser admirado no Museu de Arte Sacra de São João del-Rei.





O viveiro de plantas da Flona merece também ser visitado, onde cada planta tem uma história que pode ser contada pelo Seu Sílvio, suas mãos e experiência dão banho em muitos botânicos.
Se você for visitar a Flona pela manhã vai avistar e ouvir uma  grande   quantidade de pássaros. É algo de maravilho –tangarás, beija-flores,tucanos, maritacas, sabiás , sanhaços, canários, jacus. 


Arredores bem  “pertim”



Ritápolis –14 km

Saliya  Restaurante
Praça Tiradentes, 53 - Centro



A comida composta de vários pratos ,principalmente da culinária árabe é maravilhosa , as pastinhas árabes  de entrada são divinas.Se não bastassem , as sobremesas são saborosíssimas!





O ambiente com uma decoração bem bonita e em frente à praça onde se encontra a singela igrejinha de Santa Rita e a estátua de Tiradentes.

Coronel Xavier Chaves - 14km


Cachaça Século XVIII do Engenho Boa Vista.


Pertinho do centro da cidade
O alambique bicentenário marca  presença na entrada da fazenda. Cachaça artesanal , produzida da mesma forma que há 250 anos.
Segundo Sr. Rubens Chaves , proprietário atual  do Engenho Boa Vista , um dos  primeiros proprietários do local  foi Domingos da Silva Xavier, irmão mais velho de Tiradentes.




Lá, a degustação da “marvada”, licores e geléias é feita no local onde se encontra o alambique.

Prados -28km
Cidade com um casario histórico, destacando-se a igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, com seu interior em estilo rococó e Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos , cada uma coroando uma pequena elevação.



Bichinho (Vitoriano Veloso)

Pequeno povoado ao lado da famosa Tiradentes.
Há duas opções para se chegar a Bichinhos, por Tiradentes, 8km, por uma estrada pavimentada e um pequeno trecho de chão, ou por Prados, município ao qual pertence, distante 12km, estrada parte asfaltada,parte pavimentada e um trecho,pequeno de chão. Resolvi fazer este trajeto e não me arrependi, estava em São João Del- Rei e de lá segui para Prados, para chegar até Bichinhos. Pela estrada vai-se vendo fazendas, vaquinhas, matas, um rio que serpenteia o trajeto e ,margeando a lindíssima Serra de São José que se estende de São João Del-Rei até a histórica Prados. 



Possui um grande número de artesãos  , ateliês e   lojas de artesanato,com  peças em madeira de demolição,pedra, objetos em lata,crochê e fuxico que dão um toque descontraído, alegre e colorido ao lugar.

Conhecer e almoçar nos restaurantes- no delicioso Pau de Angu, no mais conhecido, Restaurante da Ângela e na singeleza do Fina Flor,são motivos para ir até lá.
Da última vez ,fui conhecer o Fina Flor, a couve frita com canela e açúcar é imperdível e a simpatia dos funcionários é algo admirável, que soma ao alto astral do lugar.






Enquanto almoçávamos, um beija-flor beijava a flor, bem pertinho da nossa mesa.



Resende Costa-37km

Biscoitos da Dona Mariinha

Já vale o passeio à Resende Costa, para compras de mantas, tapetes, toalhas, redes e objetos de decoração. Porém a pérola da cidade são os biscoitos artesanais da Dona Mariinha. Na rua principal ,um pouco  à frente das lojas,  tem uma plaquinha no canteiro indicando para você virar à esquerda. Segunda ou terceira casa é a casa da Dona Mariinha, vá  entrando  e numa escada que te leva ao andar de baixo, lá estão eles. O de polvilho, o de fubá, o de canela, a rosca, se for pela manhã – o pão de queijo. E se tiver muita sorte  e tiver uma fornada destes biscoitos assando você não irá querer sair de lá. Os preços são bem modestos e a vontade  de comprar todos.
Ah , tem uma provinha de todos os quitutes


E para quem tem mais um tempinho e a  secura  de conhecer outros lugares...



São Tiago - 46km

A cidade é famosa pelos seus biscoitos,fabricados de forma semiartesanal. São mais de 60 fábricas de pequeno porte espalhadas pela cidade.
São  rosquinhas e outros formatos nos sabores de castanha, chocolate nata,canela,fubá,queijo,coco,pimenta,cebola,alho, nhoques de abacaxi com coco e as não menos famosas torradinhas (o nosso biscoito de polvilho).
Gente confesso, comi de quase todos os sabores !
Praça da cidade

Depósito de fábrica 

A cidade em setembro celebra a Festa do Café com Biscoito, com degustação dos biscoitos fabricados por lá, na praça central da cidade.




Acho que devem estar faltando outras preciosidades, mas aos poucos vou descobrindo....



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Roteiro de viagem nacional: Serra do Cipó (MG) – Trilha da Cachoeira da Farofa e uma pedestre inesperada

Há um bom tempo que queríamos voltar ao Parque Nacional da Serra do Cipó. A última vez foi há uns 10 anos atrás. Pouquíssimas pousadas e restaurantes davam o toque de um lugar quase inexplorado.
A oportunidade de voltar surgiu e lá fomos nós.
A região passa por uma grande estiagem,o que ocasiona uma baixa e até o desaparecimento de alguns rios. Mas era pegar ou largar. Fui!
Saímos do Rio pela BR-040, para Belo Horizonte, a tempo de curtir 02 dias na cidade, Parque Mangabeiras (visitem. É lindo!), Palácio das Artes e a Feira Hippie de BH. A distância entre Belo Horizonte e a Serra do Cipó é de 100 km pela MG-010, passando por Lagoa Santa e depois, sentido Conceição do Mato Dentro.
O Parque localiza-se nos municípios de Morro do Pilar, Santana do Riacho, Jaboticatubas e Itambé do Mato Dentro e faz parte do Maciço do Espinhaço.
Quando chegamos ao “vilarejo”, quantas mudanças! Mais de 60 pousadas e hotéis, restaurantes e até um mini-shopping, o Aldeia Cipó. Todos situados ao redor das entradas do Parque.
Assim que chegamos fomos a uma agência de turismo a Bela Geraes , conversamos com Tiago que  nos indicou os passeios que poderíamos fazer pela agência e nos deu também uma indicação sobre uma pousada, que ele considerava boa e com um preço justo.
Os passeios com a agência nós não fizemos (ótimos, mas queríamos fazer outra atividade), mas a dica da pousada foi utilizada.A Pousada Flor de Pequi, uma pousada  da rede Eco Vip, bem perto dos bares e restaurantes.A funcionária Luciene nos atendeu super bem e muito solícita.Recomendo a pousada não só porque é confortável e bem localizada , mas pelo alto astral da funcionária.
Fizemos o check-in  e ainda deu tempo  de irmos a Portaria na Retiro( são duas as entradas para o Parque: Portaria Retiro e a Portaria Areias, nesta última, se localiza o escritório do ICMBio), ver se ainda havia alguém do parque ou trilheiro,para maiores informações sobre as trilhas, rios e cachoeiras.E como já sabíamos, nos informaram  sobre o nível baixo dos rios, em decorrência da falta de chuvas e que as cachoeiras não “estariam a todo vapor”.
 Era fim de tarde e resolvemos ver o por do sol no mirante localizado na MG-010, sentido Serro. Lindo ver as montanhas, de várias tonalidades, a vegetação salpicada nelas, os pássaros voando sem se importar com nossas presenças. Muitos, mas muitos canários da terra, mas também sanhaços e outros que não saberia nomear.
Aos poucos também foram chegando outras pessoas, mas todas respeitando o silêncio, a paz do local. Estávamos todos como o mesmo propósito, desfrutar a beleza daquela paisagem. O sol não se fez de rogado, foi desaparecendo aos poucos, dourado-róseo (existe?).

-“Tchau sol! Até manhã sol!” .
Fomos a seguir para a pousada,traçar o nosso roteiro do dia seguinte,afinal  só teríamos um dia.Mas o que resolvemos foi, ir para a Portaria Areias e lá definir qual das duas trilhas das cachoeiras seguir.
Na portaria do Parque pode-se alugar bicicleta ou cavalo para percorrer as longas caminhadas em sua grande maioria, planas.Somos caminhantes de carteirinha, então...
A Portaria Areias possui uma ótima estrutura para os visitantes. Área de estacionamento, bebedouro, banheiro, duchas e profissionais super simpáticos e atenciosos que nos disponibilizaram um folheto com os roteiros e nos deram as informações que necessitávamos – Cachoeira Capão dos Palmitos, 5 km de caminhada. Trilha considerada de nível médio, com 3 km de subida que exige certo esforço e a Cachoeira da Farofa, 8 km de caminhada, com um nível de dificuldade moderada em área plana.

Ambas, assim como os outros atrativos, com trilhas demarcadas. Como curto muito uma farofa ,kkk.






Inicio da trilha
Começamos nossa caminhada por volta das 10h, com céu limpo, sem nuvens e muito sol.  As trilhas das cachoeiras começam juntas e na primeira bifurcação, à esquerda, a trilha para a Farofa. Um pouquinho antes, a Lagoa da Capivara, com uma matinha circundando, vale a pena ver e, além disso, são só 200 m .











São três os fluxos de  água que temos que cruzar :o Córrego das Pedras, quase na metade da trilha, o Ribeirão Mascates e quase chegando na cachoeira o riacho formado pelas águas da  Cachoeira da Farofa.Todos com águas cristalinas e piabas.No ICMBio nos informaram que as águas podem ser bebidas sem susto, mas levamos nossas garrafas de água.Paradas em todos eles, para observar o máximo e fotografá-los.
Durante toda a trilha, sinalizações e marcos de concreto indicando quanto falta para se chegar à cachoeira e na outra face do marco, para o retorno, quantos quilômetros faltam para chegar à portaria.










 Na trilha, a Lagoa Comprida, uma outra parada para mais um clique!


Pelo trajeto se passa por zonas descampadas, areal e matas,por pequizeiros floridos, 
Flor de pequizeiro
bromélias ,canelas- de- ema gigantes. Infelizmente não vi as sempre- vivas (logomarca do Parque), nem a orquídea endêmica da região Constantia cipoensis, as duas florescem em outros meses.

















No finalzinho da trilha uma pequena mata se abre, para descortinar a visão da cachoeira e junto a ela, senti o perfume da árvore mais cheirosa que conheço, a almécega. 



Tronco da almécega impregnado de resina cheirosa





Nossa, que maravilha, ver a Cachoeira da Farofa  sentindo o perfume da planta.Não poderia haver uma recompensa mais gratificante.















A cachoeira forma uma piscina natural de 20 metros de diâmetro, com águas tão limpas  que se vê o fundo profundo.A queda formava pequenos arcos-íris,que lindeza ! Mesmo sem entrar na água (cachoeira tem água muito fria , para meu gosto) , ficamos um bom tempo apreciando aquele cenário.








Descansando um pouco


A volta foi um pouco cansativa, pois o sol estava muito forte. O total da  caminhada foi em 6h, porque paramos várias vezes e ainda ficamos um bom tempo na cachoeira.
Muito boa a caminhada e da próxima vez ,uma outra cachoeira a desvendar!
Ah,ficou faltando uma coisa, explicar o título.Na estrada que dá acesso à cachoeira,vejam  quem cruzou nosso caminho, sem pressa de atravessar – uma jiboia de quase 2m, bem gordinha. Acho que ela precisava fazer uma caminhada.



















****************************************************************************************By K.



Horário de funcionamento do Parque:
De 8h às 16h e a saída do parque até às 18h
Telefone:
(31) 3718-7469/7484
E-mail:parma.serradocipo@icmbio.gov.br

O que não pode faltar na sua mochila:
Boné ou chapéu,
Protetor solar,
Repelente,
Água mineral,
Barra de cereal,
Fruta fresca  ou fruta desidratada,
Máquina fotográfica,
Roupa de banho,
Canga ou toalha pequena

Vá de tênis ou bota com solado emborrachado.
Dê preferencia a calça comprida de moleton ou legging, para evitar plantas espinhosas e/ou carrapatos.
Não há bar ou restaurante na área do Parque, não esqueça de levar um lanche e água.














http://www.pousadaflordepequi.com.br/